Extra Cash

Get cash from your website. Sign up as affiliate.

UOL

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Poema Sobre a lua!


Vontade louca de ti
Loucura por te abraçar
Lua cheia me alucina
Quando ao céu vai adentrar!
Tantas luas já nos viram
Sobre a cama a delirar
Venha só mais uma vez
Amar-me sob o luar…
Somente a lua nos veja
Enciumada, toda cheia,
Cama plena, nosso amor
Fervendo quente, na veia.
Antes que mude de fase,
Diminua, fique meia,
Venha cá me possuír,
Todo meu corpo te anseia…
Fica esta lua na cama,
Quando tu partes, enfim,
Mas, felicidade a minha…
Tu ficas dentro de mim!
Lua nova, lua cheia
Vem minguante lá no céu
Vem crescente, de repente
Se exibindo, assim, ao léo
Tão cheia no seu encanto,
Vem nova brilhar pra mim
Vem crescente se te amo
Vem minguante, é sempre assim…
Tanta lua decretando
O que acontece na Terra
Maré, colheita, estações
Nascimento, tudo encerra.
Se não quiser conceber,
Basta seguir a tabela…
Não descuida… pode amar…
Pois a vida é muito bela!
Se eu sentar pra ver a lua
Você senta do meu lado?
Prometo ficar quietinha
Te deixar admirado.
Gosto muito de luar
De você, gosto demais…
Se eu sentar pra ver a lua
Você não esqueço mais
Vê se me guarda também
Bem dentro do coração
Se olhar a lua de novo
Me tira dessa prisão
Lua bonita no alto
Cá na terra, muito amor
Eu não te prometo a lua,
Pra você a lua eu dou.

domingo, 21 de agosto de 2011

A Lua está diminuindo de tamanho

Novas pesquisas indicam fendas na superficie da lua que se formam conforme o interior se esfriava e encolhia durante o últimos bilhões de anos.

A Lua está diminuindo de tamanho

A Lua está diminuindo de tamanho

Novas pesquisas indicam fendas na superficie da lua que se formam conforme o interior se esfriava e encolhia durante o últimos bilhões de anos.

A Lua está diminuindo de tamanho

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Acontece hoje eclipse total da Lua


São Paulo – O primeiro eclipse lunar de 2011 será um belo espetáculo e os brasileiros poderão acompanhá-lo quase que totalmente.
O eclipse lunar ocorre quando nosso satélite natural passa pela sombra da Terra; aos espectadores, parecerá que um disco negro começa lentamente a cobrir a Lua.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Saiba o que aconteceu com a bola de golfe jogada na Lua

As duas bolas de golfe arremessadas pelo astronauta Alan Shepard na Lua, em 1971, continuam lá

C. CLAIBORNE RAY
Estados Unidos



O que aconteceu com a bola de golfe que um astronauta arremessou na Lua? E por que ele o fez?

Alan Shepard na verdade lançou duas bolas de golfe na Lua, durante a missão Apollo 14, em 1971, e elas continuam na Lua, disse ele em 1991 em uma entrevista ao site educacional Academy of Achievement.
Shepard estava procurando uma maneira de demonstrar o que a falta de atmosfera e a força gravitacional muito menor da Lua significariam para uma atividade comum na Terra, disse. Astronautas anteriores haviam lançado uma pequena bola de chumbo e uma pena, que caíram lentamente à superfície à mesma velocidade, mas Shepard estava à procura de algo mais vistoso.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Em 2011, Globo terá os filmes Hancock e Lua Nova


Estrelado por Will Smith, Hancock é o destaque do pacote de filmes que a Globo acaba de fechar com a Columbia, empresa do grupo Sony. O longa sobre o super-herói alcoólatra e desastrado irá ao ar em 2011, em data ainda a ser definida pela emissora.
Da Columbia, a Globo também comprou Quebrando a Banca (21).
O pacote da Globo também tem filmes distribuídos pela Fox. Austrália, O Dia em que a Terra Parou, Jumper, Espelhos do Medo (Mirrors), Os Reis da Rua (Street Kings), Visões (The Beacon) eJogo do Amor em Las Vegas são os principais títulos.
O grande trunfo da emissora em 2011, contudo, será Lua Nova, o segundo longa da vampiresca saga Crepúsculo. No próximo dia 29, a Globo exibe o primeiro. Lua Nova só deve ir ao ar no final de 2011.
Com informações do jornalista Daniel Castro.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Lua é bombardeada pela Nasa



Ilustração mostra momento da colisão
Ilustração mostra momento da colisão (Reuters)
Conforme o planejado, a Lua foi bombardeada pela Nasa (agência espacial americana) na manhã desta sexta-feira. Com o objetivo de procurar por indícios de água na nuvem de detritos formada com as explosões, a missão LCROSS foi transmitida ao vivo pelo site da Nasa.
O primeiro impacto ocorreu às 8h31 (horário de Brasília), quando um foguete vazio mergulhou no pólo Sul da Lua a quase 10.000 quilômetros por hora. O choque produziu uma nuvem de detritos de 10 quilômetros de altura, devidamente registrada pelos astrônomos.
Quatro minutos depois, veio o segundo golpe, que criou uma nova nuvem de fragmentos. Se forem identificadas evidências de água na Lua, os cientistas esperam que o estudo dos detritos encontre água o suficiente para abastecer futuras missões tripuladas à Lua. A confirmação deverá sair nas próximas horas.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

FOTO: lua cheia encanta moradores e turistas em Florianópolis


Fotógrafo Alan Pedro registrou a bela paisagem na praia do Campeche

O fotógrafo Alan Pedro registrou a bela imagem da lua cheia na praia do Campeche, no Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, na noite desta sexta-feira, dia 18. O céu, iluminado, encantou casais à beira-mar e grupos de amigos que curtiam a paisagem durante um luau. Crianças e adultos puderam admirar a cena na areia.

Pela cidade, à noite, o brilho da lua chamou a atenção de moradores e turistas. Nas casas e nos barzinhos, foi o assunto na cidade. Na Ilha de Santa Catarina, o mar, geralmente admirado durante o dia, pode agora também ser apreciado à noite.   

Esta fase da lua começou no dia 18 e durará até o dia 24 de fevereiro.
DIÁRIO CATARINENSE

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Cabelo E A Lua – Significado


O correto de cada cabelo é crescer ao menos um centímetro por mês, porém a parte mais difícil é fazer com que ele cresça forte e bonito, mas um dos modos que existem como mit6o, é que cortar cabelo de acordo com as luas ajuda muito no desenvolvimento desse crescimento, fortificação, e até mesmo melhoramento total de seu cabelo. Dizem por ai que quando se corta o cabelo e estamos, por exemplo, na lua minguante, dizem que o cabelo míngua e se fortalece, por isso é que você precisa ter muita consciência na hora de cortar seu cabelo, para que não aconteça o inesperado. Se é que você acredita, também serve de dica para que você corte na lua crescente se você quiser que seu cabelo cresça rápido. Confira abaixo osignificado das luas, quando se refere a corte de cabelos.
Lua Nova:
Não deve cortar o cabelo quando está Lua Nova.
Lua Cheia:
Crescem mais lentamente e aumenta de volume.
Lua Quarto Minguante:
Bom para fortalecer o cabelo.
Lua Quarto Crescente:
Crescem mais finos e mais depressa.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

LUA EM DESTAQUE

O GRUPO EXTALTA SAMBA ACABA DE LANÇAR O SEU NOVO CD  DE 2010.
NELE Á UMA MÚSICA INEDITA TÁ VENDO AQUELA LUA .

CONFIRA O VIDIO ABAIXO:


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lua tem muito mais água do que se acreditava

Há uma quantidade significativa de água na Lua, mostra uma análise de dados da Nasa a serem publicados hoje, uma descoberta que pode dar um empurrão aos argumentos em favor do estabelecimento de uma base tripulada na superfície lunar.

Num audacioso experimento do ano passado, a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos, a Nasa, jogou um foguete sem combustível numa cratera lunar a 9.000 quilômetros por hora e depois usou um par de satélites em órbita para analisar o material espalhado pelo impacto. Eles descobriram que a cratera continha água sob a forma de gelo, mais vários outros recursos naturais, como hidrogênio, amônia, metano, mercúrio, sódio e prata.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sobre a Lua





A Lua é um satélite que tem ¼ do diâmetro da Terra, e está apenas a 380 mil Km de distância da Terra. A superfície da Lua é rica em alumínio e titânio e seu interior é rochoso. Há possibilidades de existir na Lua em pequeníssima quantidade de uma atmosfera. A falta de água líquida e de atmosfera que forme ventos, impede qualquer erosão, por isso a Lua tem grande quantidade de crateras visíveis. Qualquer buraco formado na Lua não desmancha pois não há erosão. 
A quantidade de meteoritos que caem na Terra é muito maior do que a quantidade que cai na Lua, só que na Terra a erosão causada pela chuva e vento desmancha as crateras produzida por eles.
Ela é um dos maiores satélites relativo ao seu planeta, com uma relação 1/81 da massa terrestre. Por isso o sistema Terra-Lua pode ser considerado um sistema planetário duplo. Por ser o objeto celeste mais próximo da Terra, foi possível, através de missões tripuladas, trazer para a Terra amostras de sua superfície. Da análise dessas amostras, verificou-se que sua composição é muito semelhante à da Terra, contendo praticamente os mesmos minerais. Porém não foi encontrado nenhum traço de água nem erosão atmosférica, apesar das amostras trazidas serem mais antigas que as terretres. Concluiu-se que a Lua, no início de sua formação era recoberta por uma espessa camada de lava fundida, que se resfriou gradualmente formando a crosta uniforme e de rochas claras.
Essa crosta recém formada foi submetida a um intenso bombardeio de meteoritos que deu origem às crateras conhecidas. O choque de meteoritos com dimensões quilométricas provocaram as grandes depressões. A energia gerada e a contração provocada pelos impactos, fizeram com que o interior lunar ainda quente voltasse a se aquecer e fundir o magma. Esse magma fundido (de origem basáltica) aflorou à superfície nos locais enfraquecidos pelo impacto. O magma espalhou e formou as regiões baixas, vista da Terra como manchas escuras, os mares lunares. Isso aconteceu até cerca de dois bilhões de anos depois de sua formação. Desta época até agora, a Lua tem estado praticamente inativa, ocorrendo poucos impactos de grande porte que terminaram por fragmentar as rochas superfíciais, fazendo com que toda a superfície ficasse recoberta por minúsculos grãos de poeira.
Devido à baixa gravidade lunar, (que permite maior espalhamento das partículas) os últimos impactos de grande porte fizeram com que toda essa poeira se misturasse tornando possível se colher num único local, amostras de diversas regiões da Lua. Como aconteceu com todos os planetas terrestres em sua formação, quando ainda estavam na fase líquida, os materiais mais densos vão para o centro e os menos densos ficam na crosta. Isso aconteceu na Lua também, porém foi modificado posteriormente pelo bombardeio de meteoros. As análises feitas revelam que os continentes (regiões claras) são formadas por um tipo de rocha a base de óxido de cálcio, alumínio e silício. Já os mares (regiões escuras) apresentam grande quantidade de ferro e titânio, que se afloraram das regiões bem escuras mais profundas.

Crateras lunares

As crateras lunares são bem diversificadas quanto ao tamanho, variando de algumas centenas de quilômetros até alguns micrometros. Estas últimas existem, porque não há erosão na superfície lunar e são encontradas tanto nas rochas como na própria superfície recoberta de poeira. As crateras podem ser classificadas como:
Primárias - dispostas geralmente de modo aleatório, havendo alguns alinhamentos determinados pela queda simultânea de um grupo de meteoros.
Secundárias - Localizadas em torno das primárias. São menores e pouco profundas. Geralmente caracterizadas pelas raias (formadas pela expulsão de matéria no momento do impacto e que fizeram sulcos no solo em forma de raios), pricipalmente as maiores. São superpostas sobre as primárias.
Vulcânicas - em número muito menor que as de impacto. O material que forma essas crateras e a região ao seu redor são particulas sólidas e finas.

Interior

Baseado nas análises feitas, elaborou-se uma teoria sobre o interior lunar, formado pela crosta composta de basaltos; mais abaixo o manto médio, que é formado pelo mesmo material da crosta, mas que sofre alterações devido ao aquecimento provocado pelos grandes impactos que deram origem aos mares; o manto inferior é composto de material no estado plástico; e o núcleo que é constituído basicamente de ferro, pouco níquel e talvez enxofre.

Visões da Lua

 Apollo 17 - Vista de toda a Lua
O disco completo da Lua foi fotografado pelos astronautas da Apollo 17 durante a viagem de volta à Terra após a alunissagem em dezembro de 1972. Os Mariavistos nesta foto incluem Serentatis, Tranquillitatis, Nectaris, Foecunditatis e Crisium. (Cortesia NASA)
 Lua - Mosaico de cor falsa
Esta foto de falsa cor da Lua foi obtida pela espaçonave Galileo em 8 de dezember de 1992. O processamento de falsa cor usado para criar esta image lunar é útil para a interpretação da composição do solo superficial. Áreas em vermelho geralmente correspondem a regiões altas, enquanto tons azuis a laranja indicam antigos fluxos de lava vulcânica de uma maria, ou mar lunar. Maria mais azuis contém mais titânio que as regiões mais alaranjadas. Mar Tranquillitatis, visto com uma mancha azul profunda à direita, é mais rico em titânio que o Mar Serenitatis, uma área circular ligeiramente menor imediatamente adjacente ao canto superior esquerdo do Mar Tranquillitatis. Áreas azuis e alaranjadas cobrindo a maior parte do lado esquerdo da Lua nesta vista representam muitas correntes distintas ao Oceanus Procellarum. As pequenas áres púrpuras perto do centro são depósitos piroclásticos formados por erupções vulcânicas explosivas. A recente cratera Tycho, com um diâmetro de 85 km, é proeminente na parte de baixo da fotografia.
 Lado Escuro da Lua
Esta imagem foi obtida pelos astronautas da Apollo 11 em 1969. Ela mostra parte do lado mais distante da Lua, com muitas crateras. A cratera maior tem cerca de 80 km de diâmetro. O terreno acidentado visto aqui é típico do lado da lua que não pode ser visto da Terra. Apesar de conhecido como lado escuro, esta face da Lua recebe luz do Sol, estando totalmente iluminada quando a Lua está em fase nova vista da Terra. (Cortesia NASA)
 Polo Sul da Lua
Este mosaico é composto de 1.500 magens da Clementine da região polar sul da Lua. A metade superior do mosaico está na direção da Terra. A Clementine revelou o que parece ser uma grande depressão próxima do polo sul lunar (ao centro), evidente pela presença de extensas sombras ao redor do polo. Esta depressão é provavelmente uma bacia antiga formada pelo impacto de um asteróide ou cometa. Uma parte significativa da área escura perto do polo pode estar em sombra permanentemente, e é suficientemente fria para manter água de origem cometária em forma de gêlo.
A bacia de impacto Schrodinger (perto da posição de 4 horas) é uma bacia com dois anéis, com cerca de 320 km em diâmetro, reconhecida como a segunda bacia de impacto mais jovem na Lua. O centro da cratera Schrodinger está coberto de lava. A abertura vulcânica aparente no fundo da Schrodinger é um dos maiores vulcões da Lua. (Cortesia Naval Research Laboratory.)
 Apollo 11
O estágio de subida do Módulo Lunar da Apollo 11 Lunar Module (LM), com os Astronautas Neil A. Armstrong e Edwin E. Aldrin Jr. abordo, é fotografado do Módulo de Comando e Serviço (CSM) durante o encontro em órbita lunar. O LM está fazendo a aproximação para reconexão com o CSM. O Astronauta Michael Collins permaneceu com o CSM em órbita lunar enquanto os outros dois astronautas exploravam a superfície lunar. A grande área de coloração escura ao fundo é o Mar Smyth, centrado em 85° de longitude leste e 2° latitude sul na superfície lunar surface (lado aparente). Esta vista olha em direção oeste. A Terra nasce acima do horizonte lunar. (Cortesia NASA)
 Apollo 11 - Bandeira
O astronauta Edwin E. Aldrin Jr., piloto do módulo lunar, posa para uma fotografia ao lado da bandeira dos Estados Unidos durante a atividade extraveicular da Apollo 11 na superfície lunar. O Módulo Lunar (Águia) Eagle está à esquerda. As marcas de pés dos astronautas no solo da Lua são facilmente visíveis. Esta foto foi tirada pelo Astronauta Neil A. Armstrong, comandante, com a câmara de superfície lunar de 70mm. (Cortesia NASA)
 Apollo 11 - Terra vista da Lua 
Esta vista da Terra nascendo sobre o horizonte da Lua foi tirada da espaçonave Apollo 11. O terreno lunar fotografado está na área do Mar de Smyth. (Cortesia NASA)
 Apollo 11 - Pegada na Lua
Uma vista close-up de uma pegada de astronauta no solo lunar, fotografada com a câmara de superfície lunar de 70mm durante a atividade extraveicular (EVA) da Apollo 11 na Lua.
 Apollo 15 - Jeep Lunar
Esta é uma imagem do Lunar Roving Vehicle fotografado sozinho contra o fundo lunar desolado durante uma atividade extraveicular da Apollo 15 no local de alunissagem Hadley-Apennine, vista em direção norte. A borda oeste do Monte Hadley está no canto superior direito da foto. O Monte Hadley se eleva por aproximadamente 4.500 metros acima do plano. A parte mais distante visível está a aproximadamente 25 km. (Cortesia NASA)
 Apollo 17 - Local de alunissagem Taurus-Littrow
Este é o local de alunissagem da última missão Apollo (Apollo 17). Está localizada no vale entre os morros Taurus-Littrow na margem sudeste do Mar Serenitatis. Os astronautas Eugene Cernan e Harrison H. Schmitt exploraram os vales com a ajuda de um veículo movido a energia elétrica. Esta imagem mostra Schmitt inspecionando uma grande pedra que rolou da encosta de um morro adjacente. (Cortesia NASA)
 Apollo 17 - Grande Pedra Lunar 
A Terra está no fundo longícuo, vista sobre uma grande pedra na Lua. Esta foto foi obtida com uma câmara manual Hasselblad pelos dois últimos caminhantes lunares do programa Apollo. (Cortesia NASA)
 Apollo 17 - Paisagem Lunar 
Esta imagem é uma ótima vista do espaço lunar desolado na Estação 4 mostrando o cientista-astronauta Harrison H. Schmitt, piloto do módulo lunar, trabalhando no Lunar Roving Vehicle durante a segunda atividade extraveicular da Apollo 17 no sítio Taurus-Littrow. Esta é a área onde Schmitt viu pela primeira vez o solo alaranjado que, na foto, é visível nos dois lados do veículo. A Cratera Shorty (Baixinho) está à direita, e o pico no centro ao fundo é Family Mountain (Montanha Família). Uma parte do Massiço Sul aparece no horizonte na borda esquerda. (Cortesia NASA)
 Apollo 17 - Solo Alaranjado
Estas esferas de vidro alaranjado e fragmentos são as menores partículas trazidas da Lua. As partículas medem entre 20 a 45 microns. O solo alaranjado foi trazido do local Taurus-Littrow pelos astronautas da Apollo 17. O cientista-astronauta Harrison J. Schmitt descobriu este solo na Cratera Shorty. As partículas alaranjadas, que estão misturadas com grão pretos e outros salpicados de preto, são aproximadamente do mesmo tamanho que as partículas que compõem sedimento na Terra. Análise química do solo alaranjado mostra que o material é similar aquele trazido pela Apolo 11 do Mar da Tranquilidade, muitas centenas de km ao sudoeste. Como aquelas amostras, é rico em titânio (8%) e óxido de ferro (22%). Mas contrariamente às amostras da Apolo 11, o solo alaranjado é inexplicavelmente rico em zinco. O solo alaranjado é provavelmente material vulcânico, e não produto de impacto meteorítico. (Cortesia NASA) 

Borda da Cratera de Impacto Copérnico
Esta imagem da cratera Copérnico foi obitida na missão Lunar Orbiter 5. A cratera tem 93 km de largura e está localizada dentro da Bacia Mare Imbrium, no norte do lado mais próximo da Lua (10° N, 20° graus O.). A imagem mostra o fundo da cratera, seus montes, borda, e ejecta raiada. Os raios do ejecta estão superpostos sobre os terrenos circundantes, o que define o grupo de idades: o sistema Copernicano, estabelecido como o mais recente conjunto de rochas na Lua (Shoemaker and Hackman, 1962, The Moon: London, Academic Press, p.289-300).(Courtesy NASA) 

 Apollo 17 - Vista oblícua de Copérnico
Esta é uma vista oblícua da grande cratera Copérnico no lado próximo da Lua, fotografado pela Apollo 17 em órbita lunar. (Cortesia NASA)